Ora aí está, mais um fim de semana acabou e este foi mais um fim de semana de treinos e dos bons.
A ideia deste fim de semana era rodar a penas e de preferência muitas horas para habituarmos o corpo a fazer muitas horas de esforço e sentir as novas bikes.
O sábado começava bem e sem chuva, embora me sentisse colado à cama, depois de um serão em que eu e o André estivemos a afinar a minha posição na SCOTT CR1 de estrada. E digo-vos que colocar uma Bike ao nosso modo não é coisa rápida de se fazer. Começasse por avaliar as torções de joelho e se são precisas palmilhas e cunhas e só depois passamos para a parte da CR1 e aviso que é preciso pedalar, e bem, para a coisa ficar bem feita. Mas passem na Motovedras e peçam para fazer um fazer um "fit".
Mas voltando ao treino a ideia de Sábado era fazer perto de 6 horas o mais plano possível, e acho que o que ficamos mais perto de cumprir foi o tempo porque de "flat" teve muito pouco. Começou logo com vento contra, e muito - as previsões apontavam para um mínimo de 25km/h com rajadas até aos 50 - e lá fomos tentando avançar alguns kms nestas circunstancias, depois de passar no Rodeio lá apanhamos vento que não era de frente e aproveitamos para rodar mais rápido até ao Cadaval e logo para o Bombarral. Mais um momento descanso e sem chuva e seguimos para o Reguengo Grande no final da subida um pouco de vento a favor e mais uma vez rolamos forte até à Lourinhã. Subimos para a Marteleira e rodamos para o Vimeiro, volta a chover e nunca mais mais vai parar até à porta de casa.
A passagem entre Sta Cruz e a Silveira volta a ser de vento contra, o mesmo acontecendo enquanto vamos para S. Pedro da Cadeira, e começamos a subir para a Picanceira e se já estava mau e duro eis que descobrimos durante a subida que ainda existe uma Picanceira de Cima, o que nos obriga a subir um pooooooouuuuuuco mais. Felizmente que chegou a descida para a Tapada de Mafra, um pouco de descanso sem ver quase nada, pois a chuva não deixa, subida para o Gradil e rapidamente estamos a rolar em direcção a Torres Vedras, aproveitamos a falta de vento para fazer mais um pouco de intensidade e terminamos com a ultima subida, a da Serra da Vila, onde no final provoco o André e o convido a descarregar todo o que ainda tem para dar, como se a vitória dependesse desses últimos metros. Já estava tínhamos feito quase 5h30minutos de baixo de chuva e de muito vento.
A verdade seja dita senti-me muito melhor na bicicleta depois dos trabalhos que fizemos.
O Domingo era para passar em Sintra e abusar um pouco das subidas mais longas que a Serra tem para oferecer, lá fomos acumulando metros sem preocupar com a velocidade, mas com o demorar muito tempo a subir, ainda fomos até ao Guincho, por um bom Single track onde, depois de prender o bar end num ramo, fiz um belíssimo OTB. Mais um pouco de subida e começa a chover muito forte, o que não me ajudava na escolha de trilhos especialmente a subir (não é fácil ter as lentes dos óculos todas cheias de água) e numa subida em que é preciso colocar mais força toco com a roda de trás numa pedra e sou completamente projectado para o lado numa queda com muito estrondo, mas sem consequências. Mais umas subidas e volta ao carro co perto de 30 km e mais de 1.000 mts de acumulado.
Tirando a chuva acho que o Fim de semana foi proveitoso em termos de treino.
Fica ainda um abraço especial para o Ricardo Gomes, Pedro Roldão e Vasco que já não via acho que desde o ultimo Portalegre .
Um abraço e pedalem muito
Nuno Machado#50
TEAM M&M
Força; Resistência; Energias
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domingo, 24 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
TEAM M&M - NOVIDADES - Sobreiro Curvo
Estimados o Cape Epic está cada vez mais próximo. Já só faltam 35 dias a nossa primeira pedalada em terras africanas.
Neste momento continuamos com o nosso plano de treinos que tentamos cumprir dentro dos limites horários que o trabalho e a vida pessoal nos permitem.
E assim durante a semana passada treinamos separados durante toda a semana, fruto de uma deslocação profissional, mas mesmo assim consegui fazer quase 3 horas de ginásio e ainda trocar algumas ideias com o João Marinho e o José Silva (esses dois fenómenos).
Sexta feira a aproveitei para ir buscar a nova Scott Spark, já com as alterações feitas, de onde destaco o guiador plano - Scott pilot combo. Para mim esta é a grande alteração uma vez que é a primeira vez que monto um flat bar. O que me tira ainda mais confiança a descer.
Sábado volto ao treino de estrada e volto ao volume e à habituação do corpo a estar em cima da bicicleta. Arranco do Ameal vou a Montejunto, desço para Pragança; faço uma série de velocidade até ao Bombarral, descanso até à subida para o Reguengo Grande, aproveito a subida para elevar um pouco a pulsação, sigo para a Lourinhã, Sta. Rita, Sta Cruz, Silveira e volto a Torres Vedras (agora com vento contra) para fazer os últimos kms até casa. Ao todo cerca de 5 horas em cima da bicicleta.
Tempo de começar a preparar a saída de mato do dia a seguir - 5ª Passeio do Sobreiro Curvo
O Domingo começou cedo e sob ameaça de de grande chuvada, felizmente que as previsões do dia apontavam para que a descarga só começasse por volta das 13horas. Aproveitamos o facto de o passeio ser perto de casa e fomos já montados e a pedalar em direcção ao Sobreiro Curvo. primeiro contacto com a nova posição, frente mais baixa e consequentemente melhor a subir. Ia ser dia de experimentar de novo uma Fox.
Chegamos ao Sobreiro e tempo para as conversas de ocasião no stand da MOTOVEDRAS , chegada de mais alguns ilustres ao Stand, nomes como Vítor Gamito, Marco Almeida, Diogo Vieira, os ultimos em preparação para o TransPortugal Garmin, e a conversa seguía.
Ultimar a partida e combinar com o André como íamos fazer o passeio, se com corda solta e cada um por si ou se íamos experimentar o regime Cape Epic de não nos separarmos. A decisão caiu em experimentar o regime Cape Epic, claro está que a lei de Murphy fez com que afinal fosse corda solta. Já explico.
O mapa de treino indicava 3h a 3h30m calmo e como só levei água sem GOLDRINK, o treino de calmo não teve nada.
Assim que se arrancou o André colou-se ao grupoda frente que arrancou muito rápido e eu fiquei "tamponado" um pouco mais atrás junto com o Diogo, pequena volta pelas ruas do Sobreiro Curvo. Tempo para o Diogo quase ir ver o interior de um carro, ajudado pelo BTTista do lado. Entrada no mato, e eis quando a organização nos manda virar à esquerda e logo a seguir à direita, deixo de ver fitas de marcação o Vítor Gamito passa por mim como um louco para ganhar lugares e 500mts mais à frente já estamos a voltar para trás, para entrar no trilho correcto. Começávamos de novo o passeio, mas de trás para frente e com 2 ou 3 km a mais.
Penso que se o André for num ritmo mais calmo pode dar para ir buscá-lo e começo a forçar o andamento. O polar ia marcando 90% do ritmo cardíaco e rapidamente percebo que o Isotónico me vai fazer falta. Os primeiros 20 Km foram muito rápidos (para mim) e no primeiro abastecimento informam-me que o André deve estar a 10 minutos. Percebo que ele também vem a andar bem e perco a esperança de me colar lá na frente.
A segunda fase do percurso é bem diferente e começa a exigir muito mais força, está cheio de subidas muitas curtas, areia, singletracks no meio de árvores, zonas técnicas a descer (onde não me sinto muito à vontade) mas lá vou passando as "dificuldades". Tempo de ver o Vítor a subir enquanto eu descia e a dizer que tinha empenado o disco. Até que perto dos 35 Km começo a sentir mais cansaço e decido não forçar mais, diminuo o ritmo - acho que mais também não conseguía. O ritmo cardíaco diminui e passa a rondar os 75% a 85% e começo a ficar com muita fome. Sou obrigado a parar na ultima subida, que normalmente vejo como um falso plano, para comer e fazer os últimos 2 kms.
No final o André já estava à espera,junto com o pessoal da MotoVedras - que me aplaudiram, ou então me chamaram empenado. Já não me lembro. A verdade é que levei uma corda de todo o tamanho (mais de 15 minutos) e como tal vou ter que ir treinar às escondidas. Porque ele deve estar a fazer o mesmo.
Quanto à SCOTT SPARK 10 nova, confesso que gostei da posição de "condução", embora tenha que fazer algumas alterações e gostei bastante do comportamento da FOX. No final tinha apenas pequenas dores nos ombros de andar mais baixo do que o habitual.
E como estava previsto lá começou a chover e assim tivemos de voltar para casa de baixo de uma bela chuvada. A sorte é o corpo humano ser impermeável.
Casa, banho e grande almoço com muitos hidratos preparado pela Isabel.
Um abraço e pedalem muito
Nuno Machado#50
TEAM M&M
Força; Resistência; Energia
Neste momento continuamos com o nosso plano de treinos que tentamos cumprir dentro dos limites horários que o trabalho e a vida pessoal nos permitem.
E assim durante a semana passada treinamos separados durante toda a semana, fruto de uma deslocação profissional, mas mesmo assim consegui fazer quase 3 horas de ginásio e ainda trocar algumas ideias com o João Marinho e o José Silva (esses dois fenómenos).
Sexta feira a aproveitei para ir buscar a nova Scott Spark, já com as alterações feitas, de onde destaco o guiador plano - Scott pilot combo. Para mim esta é a grande alteração uma vez que é a primeira vez que monto um flat bar. O que me tira ainda mais confiança a descer.
Sábado volto ao treino de estrada e volto ao volume e à habituação do corpo a estar em cima da bicicleta. Arranco do Ameal vou a Montejunto, desço para Pragança; faço uma série de velocidade até ao Bombarral, descanso até à subida para o Reguengo Grande, aproveito a subida para elevar um pouco a pulsação, sigo para a Lourinhã, Sta. Rita, Sta Cruz, Silveira e volto a Torres Vedras (agora com vento contra) para fazer os últimos kms até casa. Ao todo cerca de 5 horas em cima da bicicleta.
Tempo de começar a preparar a saída de mato do dia a seguir - 5ª Passeio do Sobreiro Curvo
O Domingo começou cedo e sob ameaça de de grande chuvada, felizmente que as previsões do dia apontavam para que a descarga só começasse por volta das 13horas. Aproveitamos o facto de o passeio ser perto de casa e fomos já montados e a pedalar em direcção ao Sobreiro Curvo. primeiro contacto com a nova posição, frente mais baixa e consequentemente melhor a subir. Ia ser dia de experimentar de novo uma Fox.
Chegamos ao Sobreiro e tempo para as conversas de ocasião no stand da MOTOVEDRAS , chegada de mais alguns ilustres ao Stand, nomes como Vítor Gamito, Marco Almeida, Diogo Vieira, os ultimos em preparação para o TransPortugal Garmin, e a conversa seguía.
Ultimar a partida e combinar com o André como íamos fazer o passeio, se com corda solta e cada um por si ou se íamos experimentar o regime Cape Epic de não nos separarmos. A decisão caiu em experimentar o regime Cape Epic, claro está que a lei de Murphy fez com que afinal fosse corda solta. Já explico.
O mapa de treino indicava 3h a 3h30m calmo e como só levei água sem GOLDRINK, o treino de calmo não teve nada.
Assim que se arrancou o André colou-se ao grupoda frente que arrancou muito rápido e eu fiquei "tamponado" um pouco mais atrás junto com o Diogo, pequena volta pelas ruas do Sobreiro Curvo. Tempo para o Diogo quase ir ver o interior de um carro, ajudado pelo BTTista do lado. Entrada no mato, e eis quando a organização nos manda virar à esquerda e logo a seguir à direita, deixo de ver fitas de marcação o Vítor Gamito passa por mim como um louco para ganhar lugares e 500mts mais à frente já estamos a voltar para trás, para entrar no trilho correcto. Começávamos de novo o passeio, mas de trás para frente e com 2 ou 3 km a mais.
Penso que se o André for num ritmo mais calmo pode dar para ir buscá-lo e começo a forçar o andamento. O polar ia marcando 90% do ritmo cardíaco e rapidamente percebo que o Isotónico me vai fazer falta. Os primeiros 20 Km foram muito rápidos (para mim) e no primeiro abastecimento informam-me que o André deve estar a 10 minutos. Percebo que ele também vem a andar bem e perco a esperança de me colar lá na frente.
A segunda fase do percurso é bem diferente e começa a exigir muito mais força, está cheio de subidas muitas curtas, areia, singletracks no meio de árvores, zonas técnicas a descer (onde não me sinto muito à vontade) mas lá vou passando as "dificuldades". Tempo de ver o Vítor a subir enquanto eu descia e a dizer que tinha empenado o disco. Até que perto dos 35 Km começo a sentir mais cansaço e decido não forçar mais, diminuo o ritmo - acho que mais também não conseguía. O ritmo cardíaco diminui e passa a rondar os 75% a 85% e começo a ficar com muita fome. Sou obrigado a parar na ultima subida, que normalmente vejo como um falso plano, para comer e fazer os últimos 2 kms.
No final o André já estava à espera,junto com o pessoal da MotoVedras - que me aplaudiram, ou então me chamaram empenado. Já não me lembro. A verdade é que levei uma corda de todo o tamanho (mais de 15 minutos) e como tal vou ter que ir treinar às escondidas. Porque ele deve estar a fazer o mesmo.
Quanto à SCOTT SPARK 10 nova, confesso que gostei da posição de "condução", embora tenha que fazer algumas alterações e gostei bastante do comportamento da FOX. No final tinha apenas pequenas dores nos ombros de andar mais baixo do que o habitual.
E como estava previsto lá começou a chover e assim tivemos de voltar para casa de baixo de uma bela chuvada. A sorte é o corpo humano ser impermeável.
Casa, banho e grande almoço com muitos hidratos preparado pela Isabel.
Um abraço e pedalem muito
Nuno Machado#50
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quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Cape Epic Mais perto
COMEÇARAM OS TREINOS
Já não há volta a dar os treinos do Team M&M para o Cape Epic 2008 já começaram e até ao dia 24 de Março de 2008 já não param, depois vem a longa viagem que nos vai levar até Knysna onde chegaremos no dia 26 mas estes passos conto para a próxima.
Nesta fase quer eu quer o André vamos construir e criar volume, que não é mais do que habituar o corpo às horas em cima do selim (ou perto dele). O importante nesta fase, como nós dizemos, é fazer horas e de preferência entra as 10h e as 14 horas semanais. Isto de forma crescente durante as próximas 4 semanas. O factor preponderante nesta fase, pelo menos para nós, é perder peso e trabalhar a nível cardiovascular.

Depois lá virão mais duas fases uma em que se abusa das horas chegando às 17 horas por semana e das forças nalguns dos dias o importante é mesmo abusar e nunca andar a meio termo. Ser rápido quando nos sentimos bem e muito lento quando estamos mal e assim vamos gerindo sensações.
Sem nunca esquecer que o descanso faz parte do treino e que ainda existe o trabalho e a vida pessoal.
Depois chegam os últimos 77 dias e esses obrigam a treinos ainda mais específicos com um esquema bem pensado de séries de força, de Sprints, de andar junto, de subir, de descer e a cima de tudo de diversão.
E para tudo isto só nos restam 176 dias pois o Cape Epic está cada vez mais perto.
Um abraço e pedalem muito
Nuno Machado#50
Já não há volta a dar os treinos do Team M&M para o Cape Epic 2008 já começaram e até ao dia 24 de Março de 2008 já não param, depois vem a longa viagem que nos vai levar até Knysna onde chegaremos no dia 26 mas estes passos conto para a próxima.
Nesta fase quer eu quer o André vamos construir e criar volume, que não é mais do que habituar o corpo às horas em cima do selim (ou perto dele). O importante nesta fase, como nós dizemos, é fazer horas e de preferência entra as 10h e as 14 horas semanais. Isto de forma crescente durante as próximas 4 semanas. O factor preponderante nesta fase, pelo menos para nós, é perder peso e trabalhar a nível cardiovascular.
Depois lá virão mais duas fases uma em que se abusa das horas chegando às 17 horas por semana e das forças nalguns dos dias o importante é mesmo abusar e nunca andar a meio termo. Ser rápido quando nos sentimos bem e muito lento quando estamos mal e assim vamos gerindo sensações.
Sem nunca esquecer que o descanso faz parte do treino e que ainda existe o trabalho e a vida pessoal.
Depois chegam os últimos 77 dias e esses obrigam a treinos ainda mais específicos com um esquema bem pensado de séries de força, de Sprints, de andar junto, de subir, de descer e a cima de tudo de diversão.
E para tudo isto só nos restam 176 dias pois o Cape Epic está cada vez mais perto.
Um abraço e pedalem muito
Nuno Machado#50
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